terça-feira, 7 de agosto de 2012


MISSÃO DA IGREJA: Fazer Missões
Mt. 28.19-20; 24.14
                Após 2.000 anos, a igreja ainda não foi capaz de cumprir a ordem de Jesus Cristo. O mundo hoje tem 7 bilhões de habitantes. 2.200 povos ainda não alcançados e 4 bilhões de pessoas que até hoje não  ouviram a mensagem do amor de Deus.  48 milhões de crianças nascem anualmente em países não cristãos.
Por que a igreja cristã não é capaz de cumprir essa missão? Onde encontrar essa resposta? O diretor da JMM diz que a resposta encontra-se em nós! Mais precisamente nas nossas falhas. A igreja contemporânea tem pessoas influentes que ainda não foram regeneradas. Outras, regeneradas, porém que esqueceram quem foram, quem são e quem deverão ser.
                Pedro em sua epístola primeira, capítulo 1, aborda a necessidade da regeneração para a obra missionária. Regeneração significa ser gerada novamente. No diálogo de Jesus com Nicodemos está enfatizada a necessidade de regeneração. Nicodemos era religioso, mas estava fora do Reino.  Jesus aconselha Nicodemos a nascer de novo.
                Regeneração é uma operação espiritual e não educacional (Tito 3.5; Ez 36.25,26). Reino dos céus não se alcança por viver uma vida melhor e sim por um novo nascimento.
                Como Deus produziu nossa regeneração? O Senhor Deus sentiu nossa miséria (1Pedro 1.3). Sua misericórdia foi muito grande que enviou Jesus. O sacrifício de Cristo foi terrível. A nossa condição de condenado pesou sobre Ele (Is 53.5). O sacrifício de Cristo deve  lembrar de quem éramos. Precisamos lembrar do nosso passado no pecado e da nossa libertação em Cristo. O lembrar do nosso passado leva-nos também a lembrar dos 4 bilhões de pessoas que estão perdidas.
                Pedro fala também de uma esperança. Fomos regenerados para uma esperança dada pelo próprio Cristo. Qual a nossa esperança? Morar nos céus. Viver a eternidade junto ao Senhor Jesus (João 14.1-3; Lc 23.44). Pedro acrescenta a graça (favor imerecido) como razão para capacitação da igreja no cumprimento da missão. A salvação é obra da graça divina. Sua graça capacita-nos ao testemunho. A graça encoraja-nos a testemunharmos no bairro, no trabalho e na rua. Cristo convoca, capacita, envia e acompanha no desenvolvimento da missão.
                Ao lembrar quem éramos, quem somos e quem seremos encoraja-nos a missionar desenvolvendo as atitudes de misericórdia, esperança e graça. A misericórdia desperta a intercessão; a esperança ao investimento e a graça ao envolvimento.

terça-feira, 1 de maio de 2012

SEM JESUS VOCÊ É SOMENTE UM JUMENTO!


Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, fala para sua mãe:- Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão... Todos estavam contentes com minha presença.
Sua mãe questionou se ele estava só e o burrinho disse: -Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.
Então sua mãe falou: -Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
Então o burrinho respondeu:- Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá...
Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.
Voltando para sua casa, disse para sua mãe: - Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra... Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe...
Indignado o burrinho disse a sua mãe: - Porque isso aconteceu comigo?
Sua mãe respondeu: - Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumento!
LEMBRE-SE SEMPRE DISSO.

sexta-feira, 16 de março de 2012

No momento em que o sal perde seu sabor, para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perdeu sua credibilidade por centralizar sua mensagem na promessa irresponsável de prosperidade; que busca se especializar na mecânica de fazer preces poderosas; de ensinar a virtude como mero degrau para o sucesso. Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranóia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem sua necessidade de Deus.
Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas e que enxerga tudo como parte da providência. Há algum tempo, repenso algumas categorias teológicas que me serviram de óculos para a leitura da Bíblia e entendo que esse meu exercício se tornou ameaçador para muitos. Portanto, preciso de lateralidade para contemplar as contribuições das ciências e de outros ângulos para ler as Escrituras. Não aguento cabrestos, patrulhamentos e cenhos franzidos. Desejo a companhia amiga de qualquer pessoa que molde a sua vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus e não tenha medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo muito construir minha espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermetismo fundamentalista dos dogmáticos e sem a estreiteza ideológica de quem gosta de rótulos.
Convido você para passarmos uma semana meditando, orando e pensando juntos caminhos possíveis e bonitos para a nossa vida e nossa espiritualidade.
Um abraço, 
Ricardo Gondim

terça-feira, 13 de março de 2012

Mulher, da queda à glória
        O livro do Gênesis registra o pior momento vivenciado pela mulher, (3.16). A punição se desdobra, primeiro a inconveniência durante a gestação, segundo, trás para um nível mais baixo no governo do lar.
        Paulo em seus escritos procura reerguer a mulher a seu estado de glória “...mulher é a glória do homem”. (1Cor 11.7). Em Gl 3.28, quebra-se a superioridade masculina, “...todos vós sois um em Cristo Jesus”.
        Moisés torna-se a primeira voz a se levantar em favor da mulher, ao impor a obrigatoriedade do marido, fornecer à mulher repudiada uma certidão que garanta sua integridade moral, ética e permissão para um novo matrimônio (Dt 24. 1-4).
        Nos dias dos juízes percebe-se uma das maiores presença da mulher no Velho Testamento. Débora destaca-se como profetisa, comandante do exército, guerreira e conselheira. (Juízes 4).
        O momento magnânimo da mulher é alcançado numa visualização do profeta Isaias quando anuncia que uma virgem dará luz a um menino. Profecia  literalmente  cumprida, segundo o registro de (Lucas 1. 31,34).
        A mulher retoma  sua posição privilegiada, canal de benção para a salvação da humanidade. Houve compensação a atitude de Gênesis 3.6.
        Mulher, bendita é você.     

sábado, 31 de dezembro de 2011

"Que alcancemos corações sábios"


Deus tem alvo para os seus filhos  neste ano: alcançar corações sábios.
Como filhos, estamos dispostos a adotar este alvo?
Ter um coração sábio é viver uma vida liderada pelo Espírito Santo, ou seja uma vida que reflete mudança de comportamento.
Moisés desejava alcançar um coração sábio, isto é, a qualidade de vida que Deus projetara para ele.

Alvos revelam  o que há dentro de nós.
A abelha busca as flores. Não pode ser diferente. Já a mosca busca o lixo. Também não pode ser diferente.
Devemos buscar aquilo em desejamos ser.

1) O alvo precisa ser definido - Moisés definiu seu alvo. Em Hebreus 11.24,25
            a) Recusou ser chamado filho da filha de Faraó.
         b) Escolheu ser maltratado com o povo de Deus do que por um pouco de tempo; ter o gozo do pecado.
         c) Escolheu o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito.
            d) Deixou o Egito.

1.1) Paulo definiu, Fil 3.13 "Uma coisa faço e é, esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que estão adiante de mim.
1.2) Daniel assentou no seu coração.......(Dn 1.8)
1.3) Você se coloque diante da cruz e defina o alvo para sua vida neste ano de 2012.
         Quero ser um crente fiel, Senhor! Defina-se diante do Senhor! e
2) Alvo exige preço para ser alcançado.
         Moisés viveu 40 anos de lutas no deserto.
         Os campeões olímpicos pagam um alto preço para conquistar a medalha de ouro.
         (Ilustração do violonista)
         (Ilustração da Palmeira e a trepadeira). A palmeira gasta cem anos para alcança as alturas, dominar o espaço e ali abrir o seu leque de palmas! A trepadeira em uma semana sobe sobre o caule alheio e atinge as alturas. Mas quando chega o verão, a trepadeira morre e a palmeira fica!  Nunca alcançaremos alvos divinos com uma vivência medíocre de sombra e água fresca. É preciso estar disposto a morrer que entregar os pontos!
(Cânticos 5.2). "Eu dormia, mas o meu coração velava...." Até dormindo o crente deve estar velando!

3) Só os alvos divinos satisfazem a Deus e a nós também.
         "Bem está servo bom e fiel.... Este é o atestado de Cristo para o servo que não falhou. Paulo no fim de sua vida verbalizou: "Combati o bom combate." A vida cristã não é um combate qualquer, mas é um envolvimento no bom combate

Moisés satisfez ao Senhor e a si mesmo. Na transfiguração de Cristo, lá está Moisés dentro de uma terra que ele viu de longe. Moisés escolheu um bendito alvo!

São vidas umas alcançando alvos. Moisés, Daniel, José, Maria.

Escolheram o alvo bendito de serem fiéis ao Senhor! Bendito alvo!

O Deus a quem Moisés se propôs celebrar e servir é o nosso Deus. As falhas que Moisés tinha, são as nossas falhas! Os milagres que a vida de Moisés comunicou ao mundo são os milagres que nós poderemos comunicar se nossas vidas estiverem nas mãos do Senhor!

Assim seja, meus queridos irmãos, na minha vida e na vida de cada um de vocês neste novo ano.

"Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios."


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


Três símbolos de uma história de amor, humildade e sacrifício.
A vinda do Messias ao mundo foi uma resposta do amor de Deus. João 3.16, "Porque Deus amou o mundo..."  Amor incondicional.

A ESTRELA

Moisés registrou o surgimento da estrela que anunciaria a chegada do Messias (Nm 24.17).
Foi esta profecia que convenceu os magos a viajarem para Israel à procura do Messias (Mt 2.1,2).
Os magos conheciam as predições do Velho Testamento sobre a vinda do Messias.
A tradição diz que os magos eram de regiões diferentes e portanto representavam o mundo inteiro prostrado em adoração diante do menino. Para Mateus, Jesus é rei do mundo inteiro; para João (1.11), Jesus veio para os seus, mas estes não o receberam.
Estes sábios transmitem uma lição para a contemporaneidade que busca a Deus pelo que pode conseguir, porém eles por quem Ele é.

 Por milhares e milhares de quilômetros a estrela conduziu os sábios até o destino final: Belém.
A estrela não é Deus, ela estava a serviço de Deus.

A MANJEDOURA

A menção da manjedoura revela que Jesus nasceu em estábulo, onde existia vários cochos que serviam para alimentar os animais esculpidas em pedras. Não assemelhava em nada o que vemos nos cartões postais, pelo contrário, era um local escuro e sujo. Em nada representava para o os judeus o lugar para o nascimento do Messias. Esperava que Ele nasceria em um palácio.

Não haveria objeto melhor para que o pão da vida nascesse, em uma manjedoura. Lugar que servia para alimentar os animais.

A CRUZ
Este instrumento não poderia faltar dentro do processo da história da salvação. Ele estava previsto, tipificado na peregrinação, João 3.14. (Nm 21.4-9).

Satanás, queria evitar de todas as maneiras que Jesus chegasse à cruz.

Usou forças internas e externas para evitar o sacrifício.
a) No princípio tentou por todos os meios corromper e eliminar a nação de Israel.
b) Quando o Messias nasceu, procurou matá-lo.
c) No deserto soltou o embrião da teologia da prosperidade, para convencer abandonar o caminho do sacrifício.
d) Finalmente usa Pedro para convencer Jesus o propósito da cruz. (Mt. 16.22). Satanás durante todo ministério de Jesus, não deixou de tentá-lo.

A cruz não podia faltar, ela era peça essencial na história da salvação.
O símbolo de morte, transforma-se em símbolo de vida e de consagração e compromisso. Aquele que quiser vir após mim, pegue a sua cruz.
Sem cruz não haveria morte.

CONCLUSÃO

Estrela, manjedoura e cruz, trinômio da redenção.

A estrela aponta para a divindade do Messias,
A manjedoura encoraja a humildade,
A cruz ao compromisso.
Amém!!
Este instrumento
bEEEEEEEubbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbe





quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

JESUS, O NAZARENO

Texto: João 18.4-8

O profeta Miquéias (5.2) profetizou que Jesus nasceria em Belém.
Os evangelhos confirmam: Jesus nasceu em Belém (Mt 2.1;Lc 2.4,15).
Por que então ele é chamado de nazareno?

José e Maria moravam na cidade de Nazaré, mas eram natural de Belém, cidade de Davi, pois ambos descendiam da família de Davi.

As profecias anunciavam que o MESSIAS viria da descendência de Davi: (Is 11.1; Jr 33.15; Ez 37.24; Os 3.5)

Cesar Augusto, o primeiro imperador romano, decretou um alistamento com o propósito de recrutamento militar e coleta de imposto. Os judeus não serviam o exército romano, mas contribuíam com os impostos.

José e Maria foram forçados a longa viagem para pagar seus impostos. Viagem de 112 km aproximadamente, grávida e sobre lombo de jumento. Metade da distância Tangará – Cuiabá, aproximadamente.  

Lá chegando, possivelmente ao entardecer, não encontraram nenhuma estalagem para passar a noite, somente um estábulo.

José e Maria não estavam fazendo a vontade de Deus. Para a palavra profética se cumprisse. Miquéias no ano 704 a.C anunciou o local do nascimento do Messias. Houve tempo mais que suficiente para preparar uma boa estalagem para o casal, José e Maria.  Porém lá chegando, nada.

A verdade é que, mesmo fazendo a vontade de Deus, não nos é dada a garantia de uma vida confortável, mas recebemos a promessa de que tudo, até mesmo nosso desconforto, tem uma grande importância no plano de Deus.

Deus controla a história e nada pode frustrar os planos de Deus. O decreto de Cesar Augusto foi o meio que Deus usou para que José e Maria retornassem a Belém para o nascimento do MESSIAS como profetizado por Miquéias 5.2.

De Belém para Jerusalém

O Messias nasce, segundo alguns em 1° de abril de 5.a.C. Quando os magos chegam o Messias está em Jerusalém, (4° a.C). Após a visita dos magos, um anjo orienta José fugir para o Egito porque Herodes o Grande deseja matar o menino segundo uma profecia de Jeremias 31.15

O senhor Jesus permanece no Egito até a morte de Herodes que ocorreu entre um ou dois anos de exílio do MESSIAS. Herodes morre de uma enfermidade incurável. Tentou frustrar os planos de Deus, mas não conseguiu.

Do Egito para Nazaré

Na realidade, José desejava retornar para os domínios de Israel, entretanto com Arquelau reinava nessa região e José teve medo de ir para lá, e foi viver em uma cidade da Galiléia chamada Nazaré. Assim cumpriu-se o que fora dito pelo profeta: “Ele será chamado nazareno”. (Is 11.1). A expressão “renovo” no hebraico, assemelha-se à usada para nazareno.