domingo, 28 de abril de 2013

Você é judeu não é meu filho?

Professor: Você é Judeu não é filho?
Estudante: Sim senhor
Professor: Então, vc acredita em Deus?
Estudante: Absolutamente senhor
Professor: Deus é bom?
Estudante: Claro que sim
Professor: Deus é o todo poderoso?
Estudante: Sim
Professor: Meu irmão morreu de câncer mesmo orando a Deus todos os dias para curar ele. A maioria de nós tentaria ajudar os que estão doentes. Mas Deus não fez. Como pode Deus ser bom então? Humm??
(Estudante ficou em silencio)
Professor: Vc não pode responder, pode? Vamos começar de novo meu jovem.
Deus é bom?
Estudante: Sim
Professor: Satanás é bom?
Estudante: Não
Professor: De onde Satanás se originou?
Estudante: De... Deus...
Professor: Vc está correto. Me diga filho, existe maldade no mundo?
Estudante: Sim
Professor: Se Deus criou tudo, então quem criou a maldade?
(Estudante não respondeu)
Professor: Existem doenças? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas essas coisas terríveis existem no mundo, não existem?
Estudante: Sim senhor
Professor: Então quem as criou?
(Estudante não respondeu)
Professor: A ciência explica que temos cinco sentidos para identificar e observar o mundo a nossa volta. Me diga filho, alguma vez vc viu Deus?
Estudante: Não senhor.
Professor: Alguma vez vc sentiu o seu Deus? Sentiu o gosto? Cheirou? Alguma vez vc já teve alguma sensação de Deus nesse sentido?
Estudante: não senhor, eu temo que não.
Professor: E ainda assim vc continua acreditando nele?
Estudante: Sim
Professor: De acordo com perícia testável e Protocolo de demonstração, a ciência diz que seu Deus não existe. O que vc diz a respeito rapaz?
Estudante: Nada. Só tenho fé.
Professor: Claro, a fé. Esse é o problema da ciência tem que enfrentar...
Estudante: Professor, existe no mundo o calor?
Professor: Sim
Estudante: E também existe frio?
Professor: Sim
Estudante: Não senhor, não existe.
(a classe ficou silenciosa)
Estudante: Senhor, vc pode ter muito calor, até mais calor, super calor, mega calor, calor branco, pouco calor e até calor nenhum. Mas não existe nada chamado frio. Podemos alcançar 458 graus abaixo de zero que seria a total ausência de calor, mas não podemos ir nada além disso. Não existe o Frio. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência total de calor. Não se pode medir o frio. Calor é energia. O frio não é o oposto do calor, apenas a ausência dele.
(Professor ficou em silêncio)
Estudante: E a escuridão professor? Existe a escuridão?
Professor: Sim. O que seria a noite se não existisse a escuridão?
Estudante: Vc está errado de novo senhor. Escuridão é a ausência de algo. Vc pode ter pouca luz, luz normal, luz brilhante, um flash. Mas se vc não tiver luz constantemente vc não tem nada e isso é chamado escuridão, não é? Na verdade escuridão não existe, se existisse vc seria capaz de torná-la ainda mais escura, não poderia?
Professor: Mas o que vc está tentando provar jovenzinho?
Estudante: Senhor, estou provando que sua filosofia é falsa.
Professor: Falsa? Pode me explicar como?
Estudante: O senhor está usando uma premissa de dualidade. Vc discute que existe vida e existe morte, um bom Deus e um mau Deus. Vc está vendo Deus com o conceito de uma coisa finita, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode nem explicar o pensamento. Diz que usa eletricidade e eletromagnetismo, mas nunca o viu e muito menos totalmente o entende. Para ver a morte como o oposto da vida tem que ser ignorante ao fato que a morte não pode existir como uma coisa substantiva.
A morte não é o oposto da vida e sim a ausência dela. Agora me diga professor, vc ensina aos seus alunos que o homem evoluiu do macaco?
Professor: Se vc está se referindo a teoria da evolução do homem, sim é claro que ensino.
Estudante: Alguma vez vc teve a oportunidade de observar a evolução com seus próprios olhos?
(professor balança a cabeça e sorri quando percebe aonde o argumento vai levá-lo)
Estudante: Desde que ninguém nunca observou o processo da evolução e não pode nem provar que ela é um processo continuo. Vc não está apenas ensinando a sua opinião senhor? E se ensina sua opinião vc não é mais cientista do que um padre/pastor. Certo senhor?
Estudante: Existe alguém aqui que tenha alguma vez escutado o cérebro do professor? Sentido? Tocado ou sentido cheiro? Parece que ninguém nunca o fez certo? Então de acordo com as regras lógicas de protocolo de demonstração a ciência diz que o senhor não tem cérebro. Então, com todo o respeito senhor, como podemos confiar em suas palestras?
Professor: Imagino que vc terá que aceita-las por fé meu jovem.
Estudante: É isso ai senhor!.. Exatamente!!! O link entre o homem e Deus é a mesma fé que mantém todas as coisas vivas e em movimento!!!

Compartilhem para aumentar o conhecimento sobre a fé
A propósito esse estudante era EINSTEIN.

sábado, 27 de abril de 2013

EU VOU VOAR

EU VOU VOAR PARA LONGE
PARA UMA CASA NA COSTA CELESTIAL DE DEUS
EU VOU VOAR
EU VOU VOAR PARA LONGE, OH GLÓRIA!
EU VOU VOAR
QUANDO EU MORRER, ALELUIA
EU VOU VOAR

I'll Fly

I'll fly far way
For a home on God's celestial shore
I'll fly
I'll fly far way, oh glory!
I'll fly
When I'll, be dead, halleluja
I'll fly.

sábado, 30 de março de 2013

"É VERDADE! O SENHOR RESSUSCITOU


“É VERDADE! O SENHOR RESSUSCITOU.....”
17 de abri de 29, Jesus ressuscitou  na manhã do terceiro dia, como havia anunciado. Foi o testemunho dos dois discípulos que seguiam de Jerusalém para Emaús.
Um estranho junta-se a dupla, era Jesus, mas não O reconheceram , jantou com eles, depois desapareceu. Já era noite, o dia tinha declinado.
Mesmo assim retornaram imediatamente à Jerusalém, pois, as novas não podiam esperar: Jesus está vivo, ressuscitara!
No domingo da ressurreição, Jesus aparece cinco vezes aos fiéis. Primeiro à Maria Madalena. Pedro e João já haviam visitado o sepulcro e se haviam retirado. Maria Madalena, pela segunda ou terceira vez, estava ali diante do sepulcro, chorando.
- “Mulher, por que choras?”
- “Porque tiraram o meu Senhor e não sei onde o puseram. O Senhor Jesus, então lhe diz:
-Senhora, por que choras? – A quem  procuras?
Maria identifica a voz do mestre amado. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela responde em hebraico: Raboni!  Que quer dizer Mestre.
-Vai a meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.
Na segunda aparição, novamente às mulheres que regressavam do sepulcro, para anunciar aos discípulos a mensagem dos anjos. Somente a terceira aparição é vista pelos homens, a dois dos seus discípulos. É curioso o fato de Jesus privilegiar as mulheres e na atualidade os homens negarem-lhe o direito de servi-lo no sacerdócio.
A quarta aparição contemplou Cleopas e seu companheiro – Realmente o Senhor ressurgiu – apareceu a Simão, confirmaram os discípulos.
A quinta aparição foi para o colégio apostólico reunido no cenáculo. Aos discípulos incrédulos, o Senhor Jesus dá evidências da sua ressurreição: Mostrou-lhes as mãos e o lado.
E para provar que estava presente de corpo e espírito, diz: “Tendes aqui alguma coisa para comer? Então lhe deram um pedaço de peixe assado, o qual ele tomou e comeu diante deles.   
Finalmente o Jesus ressurreto, aparece à mais de 500 pessoas e a Paulo na ocasião da sua conversão e certamente aparecerá a todos na ocasião da sua segunda vinda: “todo olho o verá.”   

domingo, 24 de março de 2013

Reflexões Teológicas - Os doze


REFLEXÕES TEOLÓGICAS III
OS DOZE  
Os doze foram escolhidos a fim de que estivessem com Cristo e foram qualificados para agirem como testemunhas. Foram dotados de poder sobre os espíritos imundos e sobre as enfermidades. Foram instruídos a ensinarem todas as nações. Receberam autoridade para anunciarem a salvação somente no nome do Senhor Jesus.
Receberam também uma função mais específica, seriam juízes e governadores do povo de Deus (Mt 19.28; Lc 22.29,30), com poder de ligarem e desligarem (Mt 18.18), de perdoarem e reterem pecados (Jo 20.23).
Essa linguagem deu origem à concepção das chaves, tradicionalmente definidas, tanto na teologia medieval como na reformada, como (a) chave da doutrina, para ensinar qual a conduta é proibida e qual é permitida (esse é o sentido técnico de ligar e desligar na fraseologia legal judaica) e (b) chave da disciplina, para excomungar os indignos e reconciliar os contritos, declarando o poder de Deus mediante a remissão de pecados exclusivamente em Cristo.
Pedro recebe esses poderes, como também a comissão pastoral de alimentar o rebanho, de modo representativo, e não como uma capacidade pessoal. Isto fica claro quando a comissão é repetida em Mt 18.18, a autoridade de exercer o ministério da reconciliação é investida sobre todo o corpo de discípulos, como um todo, como também é a congregação fiel e não qualquer indivíduo particular, que age em nome de Cristo para abrir o reino aos que creem e fechá-lo aos incrédulos.
Essa função autoritativa é exercida primariamente pelos pregadores do evangelho e o processo seletivo, de conversão e rejeição, é visto em operação desde a primeira pregação de Pedro em diante (At 2. 37-41). Quando Pedro confessou a Cristo, sua fé se tornou típica do alicerce rochoso sobre o qual a Igreja está edificada na pessoa do Senhor Jesus Cristo.
A idéia de que Pedro tenha exercido qualquer primado pode ser refutada pela atitude da própria liderança. No concílio em Jerusalém, que ocupa a liderança é Tiago (At 15.13,19), Em Gálatas 2.11, Paulo tem uma argumentação forte com Pedro. A liderança da Igreja primitiva era conjunta, uma espécie de colegiado, ao que me parece justamente o que Cristo queria para sua igreja. Era uma liderança eficaz, tanto na misericórdia quanto no juízo (At 2.42; 5.1-11). Junto com os anciãos, resolviam qual a melhor orientação para a igreja gentia que despontava (Atos 15). Além do mais, é sentida a preocupação de Paulo por todas as igrejas não somente pelo grande número de cartas como pelas constantes viagens missionárias. A igreja é do Senhor Jesus que a Administra pela instrumentalidade do Espírito Santo.  
Jurandir & Loide

domingo, 17 de março de 2013

Reflexões Teológicas II



Jurandir & Loide
Vive-se uma pobreza muito grande na questão do preparo teológico por boa parte da liderança evangélica atual.  Igreja surge da noite para o dia fundamentada em motivo, os mais diversos, porém poucas motivadas pelo ardor de conquista de almas para o Reino dos céus.
A herança neo testamentária reconhece igreja fundada em Cristo: “sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16.18). “Pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular” – Jesus (Mt 21.42).
O vocábulo “igreja” deriva do latim ecclesia, e por sua vez do grego ekkêsia palavra esta que no Novo Testamento, significa uma congregação local de cristãos e jamais um prédio.
Ekkêsia, era uma reunião ou assembléia. O termo foi largamente usado na (Septuaginta) para descrever a “congregação de Israel”, constituída no Sinai e se reunia na presença do Senhor por ocasião das festividades anuais nas pessoas de seus representantes masculinos (At 7.38).
 Quer o uso cristão de ekklêsia, tenha sido adotado pela primeira vez segundo o emprego gentio ou emprego judaico – o ponto continua sendo disputado – certamente era subentendida “reunião” e não “organização” ou “sociedade”.
Localidade era essencial ao seu caráter. A ekklêsia local não era reputada como parte de alguma ekkêsia de âmbito mundial.
Não há de forma explícita no NT um código detalhado de regulamentos sobre o governo da igreja e a própria idéia de tal código pode parecer repugnante a liberdade da dispensação do Evangelho; no entanto, Cristo deixou atrás de Si um corpo de líderes (os apóstolos), por Ele mesmo escolhido, ao qual forneceu princípios gerais para o exercício de sua função reguladora.
Cristo separou doze para qualificá-los e agirem como suas testemunhas (Mc 3.14). Foi um curso intensivo que não esqueceu o estágio acompanhado. Pode-se calcular que a formação do colégio apostólico demorou nada menos que seis anos já que era intensivo. Teoria e prática presentes.  
Foram dotados do poder do alto, indispensável para qualquer que se aventura na área do pastoreio. Pastor sem a plenitude do Poder do alto é vazio e inócuo! (At 1.8).
Foi-lhes igualmente prometida uma função mais específica como juízes e governantes do povo de Deus (Mt 19.28; Lc 22. 29,30), com poder de ligarem e desligarem (Mt 18.18), de perdoarem e reterem pecados (Jo 20.23). Assunto para o próximo texto.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Amor Gramátical


Amor Gramatical
Autor desconhecido
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural, alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda jovem, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por literatura e filmes ortográficos.
O substantivo gostou da situação. Era o prefácio que ele esperava: os dois a sós, sem ninguém ver nem ouvir. Não perdeu a oportunidade, começou a se insinuar, com perguntas e paráfrases. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára. Ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeçou a se movimentar: só que em vez de descer, subiu e parou justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal para convencê-la a entrar em seu aposto.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em hiato, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um cedilha com gelo para ela. Ficaram conversando, confortavelmente instalados num acento, quando ele voltou à tônica, usando seu experiente adjunto adverbial. Vendo o objeto direto do seu desejo totalmente entregue à voz passiva, rapidamente lançou-se ao imperativo. Abraçaram-se numa pontuação tão minúscula que nem um período simples passaria entre os dois.
Mas, apesar dos tremas e vocativos, ela resistia. Quando tentou soletrá-la, ela saiu de si: desferiu-lhe um travessão que o fez cair do acento. Oxítona como um pimentão, ela estendeu-lhe as aspas para ajudá-lo a levantar-se, e então confessou que ainda era vírgula. Depois de um silêncio infinitivo, ela ergueu-se numa ênclise e dirigiu-se intransitiva para a porta.
Foi quando soou o tritongo. Num hífen, ele pulou para frente da porta, impedindo-a de abrir, com os olhos assustados de um sujeito indefinido. Tocaram de novo o tritongo, enquanto ela o olhava interrogativa, aguardando um complemento verbal qualquer que justificasse aquele adendo. Gramaticalmente, ele gesticulou para que ela se escondesse dentro do vocabulário, dizendo que depois lhe explicaria tudo.
- Isso é o cúmulo do gerúndio!, exclamou ela, abrindo enfim a porta.
Surgiu então uma proparoxítona hiperbólica, cheia de bijuterias e asteriscos, exalando uma locução forte e barata.
- O que é esta trissílaba está fazendo em nosso aposto?, disparou.
Metendo-se no meio das duas, o substantivo assumiu um ar circunflexo e disse que ia botar os pingos nos is, começando uma longa oração adjetiva explicativa: não havia ali nenhuma relação de gêneros envolvida; o artigo feminino era apenas uma vizinha que viera lhe pedir um colchete emprestado; conversavam a respeito do verbo auxiliar do prédio, cuja mãe estava com um adjunto adnominal incurável; estavam pensando em recolher proposições que... mas o próprio artigo feminino o interrompeu, soltando o verbo:
- Eu é que não tomarei particípio neste bando de metonímias!, gritou superlativa, e aplicou-lhe um tritongo nasal que o fez cair de joelhos. Em seguida saiu, batendo a porta.
O substantivo, então, voltou-se para sua proparoxítona:
- Juro por Jesus e seus apóstrofos que eu posso explicar...
- Não me venha com redundâncias! Quer saber a verdade? Sempre achei você um substantivo abstrato. Um mero ponto-e-vírgula, um diminutivo. Você não vale um til! Está vendo esta aliança? Pode mandar prolixo! E ponto final.
- Mas propazinha...
- Poupar-me-ás de suas mesóclises, eu espero. Este foi o nosso epílogo.
"Bem que me avisaram que toda proparoxítona é a acentuada...", pensou o substantivo. Sozinho em seu aposto, pôs-se a fazer um sumário sobre o ocorrido. No fim das crases, o pretérito havia sido mais-que-perfeito: conseguira livrar-se da proparoxítona, com quem a ligação já estava ficando um tanto defectiva. "Só espero que aquele artigozinho feminino não faça uma metáfora de mim para todo o edifício". Ele não queria que a verborragia chegasse aos ouvidos da vogal do 507, com quem sonhava viver uma conjunção coordenativa conclusiva. Era preciso reconhecer: ela tinha um conectivo de fechar o parágrafo!